Presépio: a família de Nazaré nestes tempos

Presépio: a família de Nazaré nestes tempos

As Obras Salesianas de Vitória prepararam uma surpresa para este fim de ano, o presépio de Natal. A ideia é que as pessoas se reconheçam membros da família que acolhe a Salvação.  A estrela, que originalmente conduz os Reis Magos para adorarem o Menino Deus, conduza a cada um de nós. O menino Jesus aparece com rosto sem expressão definida: é um convite para que o procuremos em cada semblante de nossa comunidade educativa e façamos comunhão com Ele(s)

Este ano, nosso presépio pretende dialogar com a realidade vivenciada pelo mundo neste tempo de recolhimento e cuidado com a vida. Na cena, São José observa pela janela, enquanto Maria, cuida e admira o seu filho, Jesus, a Boa Nova de Deus. Dessa gruta de Nazaré à luz quer irradiar pelas janelas, iluminando os corações de todos os homens e mulheres. Na lateral da casa foram afixadas peças que retratam as famílias assistidas pelos projetos do Núcleo de Arquitetura do UniSales e nas ações Proextensino, voltados para as comunidades do entorno.

O projeto foi realizado com materiais reciclados e mão de obra interna. Além disso, a contextualização para os dias de hoje foi desenvolvida pelos alunos dos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Karlla, Junior e Guilherme e coordenado pelos professores Alexandre Besse e Macros Antônio Spinassé. Sintamo-nos parte de uma grande fraternidade!

Conheça a história do presépio

O presépio com a presença do Menino Jesus no estábulo começou a ser reproduzido em 1223 por São Francisco de Assis, demonstrando a grandeza de Deus representada na fragilidade de uma criança. Ele montou o primeiro presépio em uma gruta, na Itália. Na época, a Igreja não permitia a realização de representações litúrgicas nas paróquias, mas São Francisco pediu a dispensa da proibição para relembrar ao povo a natividade de Jesus Cristo. O objetivo era facilitar a compreensão do nascimento de Jesus.

No Brasil, a cena do presépio foi apresentada pela primeira vez aos índios e colonos portugueses em 1552, por iniciativa do padre José de Anchieta.

 

 

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